Embora só há pouco tempo tenham alcançado uma maior eficiência e menor custo, as impressoras 3-D surgiram na década de 1980.

Ainda assim, os engenheiros são unânimes em afirmar que ainda estamos longe de maximizar o potencial da fabricação aditiva.

Um dos maiores esforços em busca dessa otimização está nos chamados objetos “autoatuantes” que, curiosamente, são materiais planos, mas que se transformam no objeto 3-D desejado depois de impressos.

Agora, uma equipe do Instituto de Ciência e Tecnologia da Áustria tornou possível fabricar objetos autoatuantes lisos, sem cantos, com curvaturas suaves e de formato livre.

Eles afirmam já ter havido várias demonstrações desse tipo, mas as possibilidades vinham sendo limitadas a objetos com bordas afiadas e sem curvatura, e os métodos de transformação final baseavam-se principalmente em dobras ou processos que não podem ser controlados de forma muito precisa – por exemplo, reações químicas ou inflação.

É o caso dos materiais programáveis feitos com técnicas de origami, embora alguns esforços já viessem apontando para metais metamórficos e diversos tipos de materiais multifuncionais.