As impressoras 3D pessoais podem ser consideradas uma revolução: permitiram acesso a um mundo de novidades para diversos segmentos. Agora, qualquer um pode ter em casa ou no escritório um equipamento que produz objetos que podem ser chamados de seus. Se antes elas eram privilégio absoluto de grandes indústrias, hoje vieram para ficar em outras áreas, principalmente na da Educação, setor que mais tem buscado essas máquinas em 2012. O que significa que tais máquinas não se limitam ao uso doméstico.

O aumento na demanda tem justificativa, segundo Luiz Fernando Dompieri, diretor geral da Robtec. “Essas impressoras podem ser úteis na sala de aula e promovem um ensino muito mais amplo e dinâmico”, relata. E ainda acrescenta que, em países da Europa e nos Estados Unidos, o equipamento já é utilizado frequentemente para matérias diversas, como Química, Física, Biologia, Design, Engenharia, entre outras ciências. Afinal, é a maneira mais fácil de imprimir em pouco tempo a estrutura de uma molécula, ver de perto as particularidades de um órgão, manusear uma miniatura da Torre Eiffel ou de uma antiguidade do Egito ou de Roma. Uma forma interativa de ensinar os alunos, que colabora e muito para aumentar o aprendizado dos estudantes do século XXI, considerados digitais por natureza.

Mas o Brasil não está de fora. Nos últimos três meses, a Robtec vendeu 15 máquinas dessas para universidades e escolas técnicas. “As faculdades do Sul são as que mais se interessam e estão avançando na forma de ensino”, comenta o diretor geral da companhia. A busca se amplia a cada mês, sendo mais de 100 interessados apenas em setembro.  Segundo o executivo, a expectativa de crescimento para 2013 é de 40%. “Queremos conscientizar a importância desses equipamentos em instituições de todo o Brasil, além de promover e colaborar com o avanço tecnológico na Educação do país”, afirma.

A tecnologia tem chamado atenção, por isso, a Robtec oferece às instituições brasileiras duas versões das impressoras 3D pessoais: a RapMan e a BFB-3000, ambas da Bits From Bytes, parceira inglesa da empresa no país. E vem com preços acessíveis, já que a primeira versão, que precisa ser montada, tem valor de R$ 5.900 e a segunda, que não precisa de montagem e já vem pronta para uso, custa R$ 16.000. “Um investimento que traz retorno, satisfação aos alunos e prestígio para a escola ou universidade”, finaliza Dompieri.

 

fonte: http://www.lyderis.com.br/espaco-revenda-hidden/oportunidades-do-setor-hidden/1294-mercado-a-ser-explorado-impressora-3d-ganham-espaco-na-area-da-educacao